ALGUMAS HISTÓRIAS MERECEM CONTINUAR
Nós vamos sorrir.
Na madrugada do Golpe de 64, meu avô, o dep. federal Rubens Paiva, foi à Rádio lançar um desafio: que o povo defendesse a democracia contra os golpistas. Por sua resistência, foi perseguido e morto. Minha avó Eunice Paiva, cuja história emocionou o mundo no filme "Ainda Estou Aqui", transformou o luto em luta por democracia e justiça social. A vitória da extrema-direita em 2018 mostrou que este desafio segue vivo. Por isso, fui pra linha frente: trabalhei com Molon na oposição ao bolsonarismo na Câmara dos Deputados, durante a pandemia. No governo Lula, fui convidado para dirigir a transição energética no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. Agora, é a vez de uma nova geração enterrar de vez o autoritarismo e construir as bases para um futuro justo e sustentável.
Meu avô, o ex dep. federal Rubens Paiva, foi torturado e assassinado pela ditadura militar. Minha avó Eunice, cuja história emocionou o mundo no filme "Ainda Estou Aqui", transformou seu luto em luta. Levei essa coragem para a linha de frente: trabalhei com Molon na oposição ao bolsonarismo durante a pandemia e, no governo Lula, fui chamado para dirigir a política de descarbonização da indústria e economia verde. Chegou a vez de uma nova geração enterrar de vez o autoritarismo e construir as bases para um futuro justo e sustentável!
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Especialista em desenvolvimento sustentável e políticas públicas, Chico é neto de Rubens Paiva, deputado assassinado pela ditadura, e de Eunice Paiva, que transformou a dor da família em uma vida dedicada aos direitos humanos. A história que o mundo conheceu em "Ainda Estou Aqui" não é sobre o que tiraram dessa família. É sobre o que essa familia decidiu construir. Chico cresceu nessa história. Formado em Relações Internacionais com pós-graduação em economia, construiu sua trajetória nas políticas públicas, em governos municipais e estaduais, passando pela ONU antes de chegar a Brasília.
Em 2018, com a vitória de Bolsonaro, a democracia foi ameaçada. Chico sentiu que não podia ficar de fora e foi trabalhar na linha de frente da resistência: com Alessandro Molon, líder da oposição na Câmara. Juntos, enfrentaram o bolsonarismo em um dos momentos mais difíceis: durante a pandemia. Com a vitória de Lula, foi convidado pelo ministro Alckmin para assumir a Diretoria de Descarbonização e Finanças Verdes, no Ministério do Desenvolvimento e Indústria — onde ajudou a construir as políticas que permitirão o Brasil fazer a transição para uma uma economia verde e justa, colocando nosso país na liderança da criação desses novos empregos e indústrias em tempos de crise climática. O mesmo projeto que matou Rubens Paiva voltou com a ascensão da extrema direita, e a mesma luta pela democracia que atravessa gerações precisa ser renovada. Assim como Eunice e seus filhos enfrentaram a ditadura, é o momento das lideranças que vão carregá-la nas próximas décadas assumirem o legado.
Pilares
Democracia
Instituições fortes, memória viva.
Clima
Descarbonização com justiça.
Trabalho
Renda, direitos e futuro.
Cultura
Rio de Janeiro que produz.
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